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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Época do terror

Você gosta de histórias de terror? Você tem medo? Pois eis-me aqui para vos falar de algo que assola a humanidade a muitos e muitos anos...
Um mal cíclico, que de ano em ano vem reforçar as ligações do mundo com seu estado materialista.
Isto meus amigos, é a maldição do fevereiro que está chegando...
Esta é a época em que muitos dos fantasmas que assombram os interiores das famílias e dos indivíduos se espalham para abstrair mais vítimas...
Fujam os puros, escondam-se os inoscentes e ocultem-se os que desejam o bem, pois não há coração fraterno que consiga evitar que amigos vão usufruir e compactuar com essa maldição.
Não há força do bem, heroi gladiador ou ser humano evoluído que tenha conseguido quebrar a maldição...
Maldição que todos os anos vem trazer doenças, álcool, drogas e mortes... muitas mortes... mortes e doenças que tomarão as noites do Brasil e as tornarão as mais funestas registradas em todas as épocas da humanidade.
Por isso, que comecem os preparativos de sobrevivência dos que não atuam nessa história de terror. Ou que comecem os preparativos psicológicos de quem acha que pode aguentar as futuras noites de loucura.
Poucos serão os que sairão vivos dessa maldição nas próximas noites... (sim, isto é uma premonição! olhe as páginas de jornal que falam sobre mortes nos dias seguintes as festas do Carnaval! ;)  )


Manoela Brum

sábado, 14 de janeiro de 2012

Você já passou por isso?

A inconsciência do futuro me torna confusa. Em certos momentos, em coisas aparentemente incontroláveis, tem-se que fazer coisas, tomar-se certas atitudes para evitar algum mal pior no futuro. Mas como saber que esse mal será um mal? Será que não será para ser assim, e não seria, na verdade, bom? O primeiro pensamento que vem responder a essa questão transpassa uma sensação pessimista, e se resume em: Capaz, é óbvio que não vai ser assim. E então, outro pensamento o segue: Será? Será que esse pensamento pessimista não é exatamente o que você deveria pensar para fracassar? Pronto, está posta a dúvida. E o pior é que tudo faz sentido. Um pensamento pessimista nunca é bom, portanto, este lado está errado, e, logo, o outro lado deve estar certo. Mas eis então o problema: eu não posso crer nesse lado da questão, porque isso pode ser ruim, pode ser pior, pode ser fatal. Não posso colocar um objetivo tão nobre em jogo... Mas o outro lado da questão o poria também... E não sei como bloquear essa vazão... E alguns dizem que não se deve bloquear, mas administrar... Eu ainda não sei o que fazer; e o dormir não tem mais solucionado problemas.
E o pior não é isso. Daqui uns dias eu vou olhar para tudo isso e rir. Mas não vai ser porque a coisa tomou um final feliz.



Por que famílias são todas iguais?

Estive pensando... talvez as famílias todas iguais que só mudam de endereço sejam iguais ao teu círculo de convivência, e dentro dele, apenas; e as mascaras sociais adiantem aos sujeitos à sabedoria para mostrar o que realmente dura, o que realmente vale a pena.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Não quer ter mediunidade??

Bom... Inicio de ano, venho falar hoje de uma questão que me deixa um tanto indignada com a humanidade.
Eu sou Espírita, e nesta situação, ouço muitas pessoas falarem: "Ah, eu já fui no centro Espírita, tenho mediunidade mas não quero usar... Eu tenho o livre arbítrio."
Quem diz isso escreve na sua própria testa que não é sequer um bom frequentador do Centro Espírita, pois não conhece absolutamente nada desta Ciência que é o Espíritismo.
Para quem não sabe, o Espítitismo não é só uma religião, não é uma coisa que os seres humanos inventaram, não é só uma forma de se ligar com Deus, não é simplesmente um conjunto de regras que te diz como agir sem explicar porque. O Espíritismo é muito mais do que isso. Ele é antes de tudo uma Ciência, que revela Leis da Natureza, assim como outras ciências, a física que revela as leis da física, a química que revela as leis da química e etc. Quais são essas leis?? Bom eu não tenho capacidade de resumir todo esse ensinamento... apesar de que muitos espíritas usam a lei maior para resumí-los, mas eu não gosto de citá-la em primeira instância para não passar para os leigos a ideia de que ele tenha como base primeira a religiosidade, visto que sua base primeira é a Ciência, como já disse, a revelação de leis naturais, sendo que a religiosidade desta doutrina será sua última consequência, da seguinte forma:
O Espíritismo é uma Ciência; a compreensão e a ação de acordo com as leis que essa Ciência revela, levará a uma determinada filosofia de vida; e essa filosofia de vida espírita fará o homem se ligar com Deus, aí está a religião (religae=ligação com Deus).
Agora, entendido o que é o Espiritismo, vamos à questão de que falava: Mediunidade.
Aqui vai uma resposta para as pessoas que usam a frase que citei acima sobre ser médium:
Mediunidade não é algo que você enquanto encarnado vai decidir se quer ter ou não. Mediunidade é um canal de comunicação com o mundo espiritual (lembrando que espiritual não é sinônimo de sobrenatural, como muitos pensam), é uma porta aberta que não pode ser fechada. Há casos em que aparentemente a mediunidade cessa durante a idade adulta voltando a despertar apenas na velhice. Digo aparentemente porque ela sempre estará em atividade. Se você é médium, a hora que um Espírito bem entender ele vai agir sobre você, sendo isso perceptível a você ou não...
Estando esta porta aberta permanetemente, qualquer Espírito poderá agir sobre ela, sendo ele bom ou não. Quando você usa esta porta para o bem, para a caridade, os Espíritos que estarão usando sua faculdade mediúnica serão certamente os bons; isso se dá geralmente nos Centros Espíritas (não confundir com centros de umbanda ou outras correntes espiritualistas). Quando você não quer usar sua mediunidade desta forma, quando você usa a famosa frase "sou médium mas não quero usar minha mediunidade", este canal continuará aberto, queira você, quer não. Só que aí, se não são os Espíritos bons, de luz, que estarão contigo, usando tua mediunidade, quais Espíritos serão?? ... Os inferiores, certamente. Nestes casos, as pessoas geralmente ficam loucas quando idosas, ou desenvolvem transtornos de bipolaridade, de depressão e os graves quadros de obsessão que podem até levar à morte.
Resumindo, se você tem mediunidade você vai usá-la, não adianta fugir. Cabe a você escolher para que a usará, e com quem usará.
Livre arbítrio? Sim você tem. Ele consiste em fazer o que quiser, mas aguentar as consequência depois!
Manoela Brum

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Orgulho traz felicidade...


Estava eu hoje limpando a casa e cheguei a uma conclusão: O orgulho traz felicidade. Não o orgulho que anda junto com a vaidade, fruto do egoísmo. Refiro-me àquele orgulho bom, que na verdade nem sei por que tem o mesmo nome que o orgulho ruim.

Enfim, o que estou querendo dizer é que percebi que quem tem orgulho de si mesmo é feliz. Quando alguém faz algo que admiramos, sentimos orgulho dessa pessoa. Da mesma forma conosco: quando conseguimos fazer algo que sabemos que é bom e é certo, nos sentimos intimamente orgulhosos de nós mesmos, e isso traz uma satisfação pessoal indescritível, uma sensação de dever cumprido, uma felicidade interior sem equivalência, uma alegria que parece que nada estraga, a alegria que nos ajuda a enfrentar os revezes da vida com coragem. E além de tudo isso, esse orgulho de nós mesmos nos faz mais seguros de modo que não nos tornamos pessoas que precisem do reconhecimento alheio para nos sentirmos bem.
Ver texto sobre a necessidade de reconhecimento alheio:
Eis porque as pessoas corretas são felizes, e as incorretas estão sempre precisando buscar a felicidade.
Manoela Brum

domingo, 18 de dezembro de 2011

O que a "magia do Natal" faz com as pessoas...

          Está chegando o  Natal... uma linda data, colorida, alegre, iluminada... exceto pelos milhões de pessoas, que passam fome, frio, não tem onde morar, ou vivem em situações de extrema pobreza, não tem como comprar remédios, não tem condições de  estudar, de ter lazeres... Ah isso não importa não é mesmo!? Por que olhar para esse lado da sociedade em uma data tão bela, quando temos coisas que agradam bem mais aos nossos olhos?? ... E aí eu me pergunto: Como podem as pessoas gastarem tanto dinheiro com essas datas comemorativas e falarem para Deus e o mundo: "Feliz Natal, Feliz Natal!", enquanto não são capazes de mover uma vírgula de sua falsa e acomodada alegria em prol de um semelhante seu sofredor?
          Bom, pelo visto essa "magia do Natal" é muito forte mesmo, pois chega a fazer as pessoas esquecerem o que é ter dores, sentir fome e não poder saciá-la, sentir frio e ter nada com o que cobrir-se, sentir-se só e abandonado e não ter ninguém por si, ninguém para jogar uma conversa fora ou contar as amarguras e ser consolado e encorajado, e sentir que há alguém no mundo com quem pode-se contar, ou como àquelas crianças que não tem a quem recorrer quando sentem medo, sentem-se sozinhos e etc...
          E que belo espírito natalino esse, que deseja muita felicidade para todos mas não faz nada para que ela realmente aconteça... É... o mundo melhor está longe de ser alcançado mesmo... O presente de Natal que eu mais queria era ver todo esse qudro revertido até o próximo Natal... Ok, eu sei que Papai Noel não existe!


Amigos, essa reflexão tem como objetivo fazer os leitores pensarem sobre o que realmente estão fazendo de seu Natal. Como você se sente estando com a mesa farta de comidas deliciosas, perto de várias pessoas que gosta e algumas as quais sabe que pode confiar, e  com sua árvore de Natal cheia de presentes? E como você acha que se sentem as pessoas (entende-se por pessoas, seres humanos iguais a você, com as mesmas necessidades e  emoções) que estão sem tudo isso, e que sabem da "felicidade" que usufrutuam os outros que estão numa condição social um pouco melhor? E as crianças Meu Deus, será que ninguém de vocês se lembra das crianças que estão morrendo de vontade de ter um família nessas horas, alguém para chamar de papai, de mamãe, um avô para brincar... E como VOCÊ se sente pensando em tudo isso agora?? Como está a tua "Felicidade do Natal" agora? Minha intenção não é acabar com ela, mas se agora essa "felicidade" se apagou um pouco, você pode tentar reconquistá-la da maneira certa dessa vez... PROCURE OS INFORTÚNIOS OCULTOS, DÊ UMA PALAVRA AMIGA, CONVERSE COM OS VELHO, BRINQUE COM AS CRIANÇAS, DE CONFORTO A QUEM PRECISA, E SUA FELICIDADE NÃO SERÁ JAMAIS ABALADA!!!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Vida é substantivo comum. Tranforme-o em próprio.

Pare. Olhe em volta. Tantas pessoas no seu mundo. Tantas vidas que você conhece e... você não vê nenhuma semelhança? Olhe melhor, analise. A vida é a mesma para todos. Sim, mais de 7 bilhões de pessoas no mundo, mais de 7 bilhões de vidas, e... uma só vida.
"Vida" é um substantivo comum com um único sentido literal, apenas uma palavra, um signo; são as pessoas que lhe dão seu sentido real, as pessoas que tornam o "vida" algo vivo. São as pessoas que lhe transformarão em algo com significado, em algo próprio, elas que lhe darão seu objeto ou interpretante.
Como você vê o prato mais saboroso, na sua opinião, depois de ter comido três deles e já estar mais que satisfeito? Que sensação lhe dá ao vê-lo? E como você vê o prato mais saboroso, na sua opinião, antes de comer três deles,estando há 8 horas sem comer absolutamente nada?
Como você olha para uma garrafa de água no inverno? E como você olha para ela no verão, depois dar uma bela caminhada?
A vida é como um prato saboroso, ou como uma garrafa de água. Ela só vai nos importar se precisarmos dela. Mas ela não precisa de nós, ela está ali, passando, e se não agarrarmos a nossa garrafa de água ou o nosso prato de comida, alguém vem e pega. E depois quando estivermos com fome e não tivermos o prato para comer, ou quando, no verão, estivermos com sede e não estivermos com a nossa garrafa de água, o que faremos? Nós tivemos a nossa chance de pegá-los, mas achamos que não precisaríamos deles e por isso os deixamos ali. A vida é isso. Ela é um prato de comida, ou uma garrafa de água. E ela nos é interessante na medida em que precisamos dela, ou melhor, ela nos é interessante de acordo com os olhos que disponibilizamos para olhá-la.
Em todo lugar há contrastes assim. Em todo lugar há uma pessoa que olha para a vida com olhos insaciáveis e outra que olha para ela com olhos desinteressados. Para quem o prato de comida ou a garrafa de água vão ser mais saborosos?


Manoela Brum